A dificuldade dos postos em adquirir combustíveis junto às distribuidoras, somado ao aumento na procura por parte dos consumidores, gerou aumento nos preços, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindipetróleo).
Ainda de acordo com o Sindipetróleo, não há falta generalizada de combustíveis, embora o setor enfrente dificuldades com as revendedoras. Então, não tem motivo para pânico.
De acordo com o presidente do Sindipetróleo, Kaká Alves, há relatos de restrições na venda de combustíveis, principalmente para postos de bandeira branca, o que tem dificultado a reposição dos estoques.
Kaká Alves também reforçou que os postos não são responsáveis pelos recentes aumentos nos preços. Segundo ele, os valores praticados nas bombas são influenciados por decisões ao longo de toda a cadeia produtiva. “É importante deixar claro que o posto não compra diretamente da Petrobras, mas sim das distribuidoras, e não tem controle sobre esses aumentos”, afirmou.
O temor dos consumidores está ligado ao cenário internacional, com tensões envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã.
Para a entidade, embora o mercado de combustíveis seja livre, o momento é de pressão em toda a cadeia de abastecimento.
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